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REUNIÕES E SEUS PERCALÇOS

 

Existe uma pequena preocupação daqueles compromissados com os resultados e a produtividade da empresa que, certamente discordam da maioria das reuniões agendadas em suas organizações.

Portanto, além dessas pessoas serem a minoria e por vezes, não possuírem o poder de cancelamento das reuniões, existe um grande grupo de apoiadores e percussores de reuniões.

Em tempos de pandemia, como devem estar sendo conduzidas as constantes reuniões? Sabemos que a tecnologia nos traz excelentes ferramentas, mas a questão está no interesse dos interlocutores que em suas casas abarrotados de outras tarefas profissionais e agora as particulares também, como estariam se portando com pautas desinteressantes, desagregadoras, improdutivas e aquelas que não deram um rumo para os procedimentos pautados?

Vale esclarecer que nossa colocação não está generalizada, mas direcionada para onde há uma grande ocorrência de reuniões, com viés de limitar, responsabilizar, envolver ou até impor suas decisões e métodos.  Contudo, alertamos para os excessos, as necessidades e até mesmo as situações em que os responsáveis tentam através das reuniões empurrar algum imbróglio oriundo do seu setor.

No link abaixo encontramos um material que esclarece alguns pontos relacionados às reuniões:

http://www.gespublica.gov.br/noticia/artigo-sua-organiza%C3%A7%C3%A3o-%C3%A9-viciada-em-reuni%C3%B5es-por-pedro-ferreira

E deste mesmo site extraímos alguns trechos para reforçar nossa publicação, confira abaixo:

 

“...

Katcher (2010) diz que as organizações chegam a tal ponto, tornando as reuniões ineficientes, pela frequência de alguns aspectos intervenientes, tais como:

·         As pessoas chegam atrasadas. Quando uma reunião não começa no horário, todos perdem tempo;

·         As reuniões demoram demais. Muitas reuniões não tem pauta nem objetivos claramente estabelecidos, muito menos hora para terminar, arrastando-se sem propósito e direção;

·         Muitas pessoas são convocadas sem necessidade. Os gestores da reunião acabam convocando colaboradores demais com receio de deixar alguém de fora, mas sem a real necessidade, sendo que muitas vezes o colaborador preferiria não ter sido incluído no evento.

...”

“Para tal, antes de participar ou convocar uma nova reunião, questione-se se realmente é necessário, se a pauta em questão não poderia ser solucionada e discutida por outro meio, como telefone, e-mail ou mensagem.” 





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